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segunda-feira, agosto 27

Bella


Fanatismo


Minh’alma de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer a razão do meu viver
Pois que tu és já toda minha vida!
Não vejo nada assim, enlouquecida...
Passo no mundo meu amor a ler
No misterioso livro do teu ser,
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa...”
Quando me dizem isso, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!

E olhos postos em ti, digo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como um deus, princípio e fim!...”

(Florbela Espanca)

Apaixone-se!



Apaixone-se

Apaixone-se definitivamente pelo SEU SONHO. O sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu.
Apaixone-se pelo SEU TALENTO, mesmo que seu crítico insista para você escolher realizar outras coisas, mais "convenientes".
Apaixone-se mais pela SUA VIAGEM do que pela chegada ao seu destino, pois só a viajem é garantida.
Apaixone-se pelo SEU CORPO, mesmo que ele esteja fora de forma, pois de "qualquer forma" ele é a única casa que você realmente possui.
Apaixone-se pelas SUAS MEMÓRIAS mais deliciosas, ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se PELAS BESTEIRAS SAUDÁVEIS que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse, elas ajudam a sobreviver.
Apaixone-se PELO SOL, ele é fiel, gratuito, absolutamente disponível e dá prazer.
Apaixone-se primeiro POR ALGUÉM. Não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança.
Apaixone-se PELA DANÇA DA VIDA, que está sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesas nós teimamos em algemar.
Apaixone-se mais PELO SIGNIFICADO DAS COISAS que você conquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por SUAS IDÉIAS, mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada.
Apaixone-se por SEUS PONTOS FORTES, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone-se PELA IDÉIA DE SER VERDADEIRAMENTE FELIZ. Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se definitivamente POR VOCÊ!
APAIXONE-SE RÁPIDO! O PODER DE DECISÃO SÓ PERTENCE A VOCÊ!


(Desconheço a autoria)

Mini - Biografia


Jota Quest é uma banda mineira de pop rock, formada na cidade de Belo Horizonte em 1985. O baixista PJ e o baterista Paulinho Fonseca resolveram formar uma banda, devido a suas afinidades por black music. Eles se uniram ao guitarrista Marco Túlio Lara e o tecladista Márcio Buzelin. Só faltava um vocalista - e, após dezoito testados, fora escolhido Rogério Flausino. O nome escolhido fôra J. Quest (Jay Quest), inspirado no desenho animado Jonny Quest.
Após shows bem-sucedidos em
Belo Horizonte, em 1986, foram contratados pela Sony Music, e gravaram o álbum J. Quest. As músicas "As Dores do Mundo", "Encontrar Alguém" e "Onibusfobia" foram bem tocadas. A banda na época era marcada por um visual espalhafatoso, com roupas estilo anos 70 e perucas (que foram abandonadas após serem roubadas em um programa de TV). Após um tempo, para evitar processos da Hanna-Barbera, mudaram o nome para Jota Quest.

Tudo começou quando o baixista PJ e o baterista Paulinho Fonseca uniram suas afinidades por black music e decidiram montar uma banda. Logo depois, juntaram-se a eles o tecladista Márcio Buzelin e o guitarrista Marco Túlio Lara. Após alguns testes e 18 cantores depois, Rogério Flausino completou a banda que mantém sua formação original até hoje. O grupo fez seu primeiro show como J.Quest inspirado no desenho animado Jonnhy Quest, idéia do baixista PJ. Circulando pelo circuito de bares e faculdades de Belo Horizonte e reunindo mais de 2.000 pessoas por apresentação, a banda foi conquistando espaço. O contrato com a Sony Music (atual Sony BMG), veio em seguida e o primeiro LP oficial foi lançado em agosto de 1996. O visual dos anos 70, representado na capa do álbum de estréia por roupas características e enormes perucas black da época, agradaram ao público e à mídia. Não demorou muito para as músicas "Dores do Mundo" e "Encontrar Alguém" – sucesso em Belo Horizonte - conquistarem as rádios de todo o Brasil.
Em 1988, já assinando com Jota Quest, a banda lançou seu segundo álbum De Volta ao Planeta..., consolidando sua carreira em todo o país. A música "Fácil" foi uma das faixas mais tocadas da época e o grupo conquistou seu primeiro Disco de Platina por ter alcançado a expressiva venda de mais de 250 mil cópias.
Em 2000, foi lançado o CD Oxigênio com várias baladas românticas como "Dias Melhores", que até hoje é uma das músicas mais pedidas pelos fãs em apresentações da banda. Em 2002, o grupo lançou Discotecagem Pop Variada, mais um sucesso de público e de vendas.
Com o sucesso deste último trabalho, o Jota gravou em maio de 2003 o CD e DVD MTV ao Vivo, na Praça do Papa, em Belo Horizonte. O trabalho, primeiro ao vivo do grupo, reuniu seus maiores hits e contou com a participação especial de Arnaldo Antunes e Thaíde. No mesmo ano, eles foram os únicos em toda a América Latina a serem convidados para participar da trilha sonora do filme Spider Man 2 com versão para o tema composta por Rogério Flausino.
Após três anos sem lançar um CD com inéditas, o grupo se isolou em seu estudio em Belo Horizonte para gravar Até Onde Vai, que chegou às lojas em outubro de 2005 e, desde então, se mantém entres os cds mais vendidos do país.
Comemorando dez anos do lançamento do primeiro CD, a banda vem marcando presença no cenário
pop rock brasileiro. Ao todo são seis CDs, milhares de shows e recordes de público por todo o Brasil, apresentações nos EUA e, recentemente, na Europa, onde participou da abertura do Rock in Rio Lisboa, dividindo palco com Santana e Roger Waters.



*Integrantes




Rogério Flausino - vocal
Marco Túlio - guitarra
PJ - baixo
Paulinho Fonseca - bateria
Márcio Buzelin - teclado



*Discografia




1996 - J. Quest - 200.000 (Disco de Ouro)
1998 - De Volta ao Planeta - 800.000 (Platina Triplo)
2000 - Oxigênio - 400.000 (Disco de Platina-Dupla)
2002 - Discotecagem Pop Variada - 500.000 (Disco de Platina-Dupla)
2003 - MTV ao Vivo - 800.000 (Disco de Platina-Triplo)
2005 - Rio de Janeiro, 28/01/2005 (edição limitada) - 100.000 (Disco de Ouro)
2005 - Até Onde Vai - 150.000 (Disco de Platina)
2006 - Planeta Atlântida



*Videografia




2002 - DVD Clipes
2003 - DVD Mtv ao vivo
2005 - DVD Rio de Janeiro Bootleg ao vivo
2006 - DVD Até Onde Vai
2007 - Digipack Até Onde Vai


*Hits




"As Dores do Mundo" from J.Quest
"Encontrar Alguém" from J.Quest
"Onibusfobia" from J.Quest
"Fácil" from De Volta ao Planeta
"Sempre Assim" from De Volta ao Planeta
"O Vento" from De Volta ao Planeta
"Oxigênio" from Oxigenio
"Dias Melhores" from Oxigênio
"O que Eu Também não Entendo" from Oxigênio
"Na Moral" from Discotecagem Pop Variada
"Só Hoje" from Discotecagem Pop Variada
"Mais Uma Vez" from Discotecagem Pop Variada
"Amor Maior" from MTV ao Vivo
"Do seu Lado" from MTV ao Vivo
"Além do Horizonte" from Até Onde Vai
"O Sol" from Até Onde Vai
"Palavras de Um Futuro Bom" from Até Onde Vai
"Já Foi" from Até Onde Vai
"Até Onde Vai" from Até Onde Vai



*Ligações externas




Site oficial da banda
Blog Jota Quest
Live Earth
Live Earth Live Video
All Music Guide
Greenpeace.org
Rock In Rio Lisboa
MSN Music

MTV Brazil 2006 Music Awards
7TH Annual Grammy
Jota Quest in Rock in Rio Lisboa
Premio Multishow 1
Premio Multishow 2 Wikipedia
Hot 100 Brazil 1998
Hot 100 Brazil 1999
Hot 100 Brazil 2001
Hot 100 Brazil 2003
Hot 100 Brazil 2004
Hot 100 Brazil 2005
Hot 100 Brazil 2006
Hot 100 Brazil 2007

Isto E Gente
Wikipedia


Lulu... Homenagem? N mesmo. Apenas conhecimento.


LULU SANTOS - Bio Discografia Autorizada


Em cerimônia no Teatro Municipal do Rio, uma seqüência de clipes na qual sucessos de Lulu Santos eram cantados por diferentes grupos de anônimos – de meninas numa sala de aula a freiras, passando por garis, travestis, operadores da bolsa, patricinhas, peruas numa academia de ginástica, senhoras prá lá da terceira idade – resumiu com perfeição a abrangência que a obra deste cantor, compositor e guitarrista carioca de 51 anos atingiu.
Esses clipes foram parte da festa de entrega do II Prêmio TIM de Música, em julho de 2004, na qual Lulu foi homenageado como artista do ano pelo conjunto de sua obra, tendo algumas de suas canções recriadas por, entre outros, Marcos Valle e Lenine. Prêmio e homenagem para um artista que, como poucos, conseguiu unir a atitude do rock à musicalidade da canção brasileira.
Filho de um militar da Aeronáutica, Luiz Maurício Pragana dos Santos, passou parte da infância nos Estados Unidos, onde o pai fazia curso de especialização em engenharia aeronáutica. Como qualquer adolescente de sua geração, nos anos 60 ele foi capturado pelo som de Beatles e Rolling Stones. Mas antes disso já curtia Chubby Checker, Hank Ballard, Ray Charles e os discos de seus pais que rolavam em casa: Frank Sinatra, Perry Como e Andy Williams. A música brasileira entraria pela Jovem Guarda e, principalmente, pela Tropicália de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Mutantes, Gal Costa e companhia.
Mas o jovem Lulu Santos, guitarra em punho e longos cabelos encaracolados descendo pelos ombros, tinha o rock como meta. Era o que predominava em seus primeiros grupos: do Cave Man, que fazia cover dos Beatles em meados dos anos 60, aos, na década seguinte, Albatroz, Veludo Elétrico e Vímana. Neste terceiro, que atuou entre 1975 e 77, lançando apenas um compacto para a Som Livre (“Zebra” e “Masquerade”), Lulu trabalharia com outros músicos fundamentais para o rock brasileiro que tomou a cena a partir dos anos 80, Lobão e Ritchie. Antes do seu fim, o Vímana ensaiou por alguns meses com o tecladista suíço Patrick Moraz (que fizera parte do grupo Yes). A essa altura, Lulu já abrira seus horizontes, ligado que estava na música negra de então, soul e funk e disco e até jazz – este último, no grupo fusion Pomoja, que formou com o trompetista Márcio Montarroyos. Ao lado do baixista Antonio Pedro (que passara pelos Mutantes e nos anos 80 seria um dos criadores da Blitz) e do cantor e tecladista Arnaldo Baptista (da lendária formação original dos Mutantes), Lulu também faria, em 1978, outro efêmero trio, Unziôtru.
Num mercado quase sem espaço para o pop-rock brasileiro, Lulu Santos pendurou temporariamente as chuteiras-guitarras para ganhar a vida. Trabalhou por quase dois anos na gravadora Som Livre, ao lado dos produtores Guto Graça Mello e Ezequiel Neves (este, também o mais influente jornalista-roqueiro daquela época), selecionando as canções que entrariam nas trilhas das novelas da Rede Globo. Paralelamente, Lulu era um dos críticos de música da “Som Três”, então a principal revista especializada em música no Brasil. O trabalho na Som Livre funcionou como uma graduação em canção popular e logo um renovado Lulu estaria aplicando em suas composições esse aprendizado.
Em 1980, com o nome de Luiz Maurício – por imposição de um diretor artístico da Polygram (atual Universal), que “ogramente” argumentava que Lulu não era nome de homem – ele lançou um compacto simples que passou em branco. Fracasso que não abalou o cantor e compositor. Novamente como Lulu Santos, um ano depois, voltaria à carga. Contratado pela gravadora Warner, lançaria em seqüência três compactos que emplacariam nas rádios as canções “Tesouros da juventude”, “Areias escaldantes” e “De leve” (esta, uma versão feita por Gilberto Gil e Rita Lee para “Get back”, de Lennon e McCartney).


Com “Areias escaldantes”, parceria com Nelson Motta, Lulu também participou do Festival MPB-Shell 1981. No ano seguinte, lançaria seu primeiro álbum, “Tempos modernos”, que, produzido pelo ex-baixista dos Mutantes Liminha, reuniria as canções dos compactos e ainda “De repente Califórnia” (outra parceria com Nelson Motta, e sucesso na trilha do filme “Menino do Rio”), “Tudo com você” (com Fausto Nilo), “Palestina” (com Nelson Motta) e “Scarlet Moon” (que Rita Lee escreveu para a jornalista e atriz, mulher de Lulu desde 1978).
A parceria com Liminha prosseguiu nos dois álbuns seguintes, “O ritmo do momento” (1983) e “Tudo azul” (1984). No repertório de ambos, mais e muitos sucessos radiofônicos, no que viria se tornar uma característica na carreira de Lulu, sempre marcando presença nas ondas. Em “O ritmo...” está aquele que é um dos maiores clássicos de Lulu e Nelson Motta, o bolero-havaiano-pop “Como uma onda (Zen-surfismo)”, e também “Adivinha o quê” e “Um certo alguém” (esta com letra de Ronaldo Bastos). Enquanto “Tudo azul”, além da canção-título (com Nelson Motta), é o disco de músicas como “O último romântico” (com Antonio Cícero), “Certas coisas” (com Nelson Motta), “Lua-de-mel”, “Tão bem” e “Respeito” (esta com Chacal).

Além dos sucessos que emplacou nos rádios, no palco Lulu afirmou-se como o maior showman de sua geração.

No que viria a ser outra constante em seu trajeto, depois desses discos de canções pop redondas, como que abrindo um novo ciclo, ele faria um álbum mais experimental. “Normal” (1985), produzido pelo próprio Lulu, era também mais roqueiro, flertava com os sons afro-caribenhos em “Ny popoya y papa” e consolidava o Lulu letrista – das 11 faixas, apenas duas eram em parceria, com Nelson Motta, “De repente” e “Atualmente”.

“Normal” fechou o ciclo com a Warner. Um ano depois, ele faria “Lulu” na BMG, disco que bateria seus recordes de vendagem na época, chegando a 200 mil cópias. Para isso contribuiu o desempenho de canções como “Casa”, “Condição” e “Um pro outro”.

O disco seguinte, “Toda forma de amor”, lançado em 1988, manteria o ritmo e os hits, incluindo “A cura”, “Cobra criada” e a faixa-título. A grande turnê de lançamento, que percorreu boa parte do Brasil e chegou também ao Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, gerou o primeiro disco ao vivo do cantor: “Amor à arte”. Ao vivo que fugia da fórmula de grandes sucessos. Entre esses, “Um certo alguém” e “Toda a forma do amor”, mas o repertório incluía ainda uma versão de Lulu para a beatle “Here comes the sun” (George Harrison), literalmente, “Lá vem o sol”; mais Beatles em “You’ve got to hide your love away” (Lennon e McCartney); e flertes com a MPB ao recriar Caetano Veloso (“Não identificado”) e Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (“Asa branca”).

Sinais de que outras mudanças estavam por vir. “Popsambalanço e outras levadas”, de 1989, era marcado por influências que iam dos Jorges Ben Jor (seu samba-pop inspira a composição de abertura, “Brumário”) a Mautner (numa leitura bossa-novista de “Samba dos animais”, de Mautner e Nelson Jacobina). Apesar de antecipar muito do que pautaria o pop-rock brasileiro da década seguinte, incluindo o revival de Bem Jor e o aceno ao samba, “Popsambalanço...” não teve a resposta dos discos anteriores.

“Honolulu”, em 1990, também ficou aquém de sua média de sucesso, mesmo que puxado pelo hit “Papo cabeça”. Dois anos depois, Lulu mudaria para a Polygram (atual Universal), onde gravou o roqueiro “Mondo cane”. Ousado, e quase ignorado na época, apesar de um repertório com pérolas como “Fevereiro”, “Foi mal”, “Apenas mais uma de amor” e “Ecos do passado”.

A passagem pela Polygram durou pouco e Lulu entrou na década de 90 sem gravadora. O sucesso nas rádios de “Tim medley”, produção com o DJ Memê que reunia “Leme ao Pontal” e “Rodésia” em arrebatadora levada disco, provou que Lulu não era carta fora do baralho. Foi o suficiente para a BMG acenar com novo contrato, e, produzido por Marcello “Memê” Mansur, ele voltar por cima com “Assim caminha a humanidade” (1992). A dançante faixa-título mantinha o ritmo insinuado pela recriação de Tim Maia, mas o disco reafirmaria sua ligação com a MPB em “Bigorrilho” (Gomes, Paquito e Gentil) e “Tuareg” (Jorge Ben), faria ponte com o rock de Neil Young (“Hey hey, my my”) e traria pepitas com o mais puro padrão lulusantos em canções como “Febre”, “Graal” e “Tudo igual”.

A parceria com o DJ e produtor e o mergulho na música das pistas seriam aprofundados em “Eu e Memê, Memê e eu” (1995), disco que bateu a marca de um milhão de cópias vendidas. Ele trazia versões turbinadas para sucessos de Lulu (“Casa”, “Toda forma de amor”, “Assim caminha a humanidade”, “Tudo bem”) ou de outros artistas: Tim Maia (“O descobridor dos sete mares”, “Sossego”), Roberto Carlos e Erasmo Carlos (“Se você pensa”) e Marina Lima e Antonio Cícero (“Fullgás”).

De 1996, “Anti ciclone tropical”, nova produção de Memê, é introduzido por um dos grandes sucessos de Lulu Santos, “Aviso aos navegantes”. Em “Assaltaram a gramática II”, a parceria de Lulu com o poeta Waly Salomão, que fora lançada pelos Paralamas, ganhou um terceiro parceiro, Gabriel O Pensador, que também participou da gravação.

O disco seguinte,“Liga lá”, em 1997, traz novo produtor, Marcelo Sussekind, e mais pop de viés experimental. Algo que se confirma tanto nas novas composições de Lulu – como “Hyperconectividade”, “Tempo/espaço”, “Creio”, “Kriptonita” e “Tempo/espaço contínuo” (esta em parceria com o maestro da Tropicália, Rogério Duprat, autor do arranjo) – quanto nas recriações de “Ando meio desligado” (Mutantes), “Fé cega, faca amolada” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), “De mi” (do argentino Charly Garcia), “Dê um rolê” (Moraes e Galvão, dos Novos Baianos) e “Chico Brito” (samba de Wilson Batista e Afonso Teixeira).

“Calendário”, em 1999, marcaria o reencontro com o produtor Liminha, que também marcou presença no estúdio, alternando-se no baixo, nos teclados, nas guitarras e na programação de bateria. A safra de canções mostrava que, ao contrário do que poderia sugerir o título do primeiro sucesso e faixa de abertura, “Fogo de palha”, a chama criativa de Lulu estava muito acesa, incluindo ainda petardos como “Mala & cuia”, “Bolado”, “Eu não” (esta com letra de Nelson Motta), “Brasil legal” e “Sábado à noite”.

O ano seguinte foi tempo de revisão, com “Lulu Acústico”, o registro de sua participação na série da MTV. As 23 faixas desse CD duplo funcionam como síntese da obra de um mestre da canção. Tem “Condição”, tem “Aviso aos navegantes”, tem “Sereia”, “Tempos modernos”, “Um certo alguém”, “Como uma onda”, “Casa”, “Sábado à noite”, “Tudo bem”, “De repente Califórnia”...

Passado relido (e muito presente), Lulu rodou boa parte dos anos 2000 e 2001 com o show “Acústico”. E recarregou as baterias criativas para seu primeiro disco de inéditas no novo século/milênio, “Programa” (2002), produção de dois músicos de sua banda, Alex de Souza e Christiaan Oyens. Canções como “Do outro mundo”, “Amém”, “Tempo real”, “A mensagem” e “Todo universo” mostravam a opção por mais desafios, num disco que também inaugurava uma parceria com o sempre moderno bossa-novista Marcos Valle e com Ed Motta, “Walkpeople”, e reunia em “4 do 5” Lulu e os Paralamas.

“Bugalu”, em 2003, trouxe de volta as mãos e o cérebro do DJ Memê, que assinou a produção e programou muito dos barulhinhos bons e eletrônicos que pontuam o disco. O compositor Lulu esbanja ótima forma em canções como “Já é”, “Leite & mel”, “As escolhas” (esta gravada num dueto com o cantor Pedro Mariano), “Língua presa” (nova parceria com Marcos Valle, que participa com seus Fender Rhodes e teclados), “Rito pagão”, “Delete” e “Jahu”.

Em 2004, nova revisão de sua carreira com o disco “Ao vivo MTV”, produzido por Paul Ralphes. Nele, algumas das muitas músicas que invadiram as ondas radiofônicas e o imaginário do povo brasileiro. Algumas daquelas que, hoje, estão presentes tanto no repertório de meninas numa sala de aula quanto de garis varrendo as ruas, de freiras e travestis, de operadores da bolsa e patricinhas, de peruas numa academia de ginástica e senhoras prá lá da terceira idade... Assim como também marcam presença em discos de diferentes artistas da música brasileira: de novas bandas de rock que reverenciam o seu pioneirismo a grupos de pagode, passando por grandes intérpretes como Gal Costa, Milton Nascimento, Zizi Possi, Marisa Monte, Zé Ramalho e Marina Lima.

Ele tem ainda em seu currículo colaborações com mestres como Gilberto Gil (Lulu produziu o CD “Bônus de carnaval”, que acompanhou o disco “Quanta gente veio ver”, de 1998) e Caetano Veloso (no disco “Noites do Norte ao vivo”, de 2001, estão as canções “O último romântico” e “Como uma onda” de Lulu, que se junta também ao compositor baiano na interpretação de “Cobra coral”).

Flashes da obra de um artista em movimento, que, como naqueles seriados dos nossos irmãos do norte, “To be continued...”.

Porto de Galinhas




Porto de Galinhas fica a 60 km de Recife e pode ser visitada em apenas um dia e é este exatamente o problema: ou as pessoas vão pra ficarem uma semana ou apenas “passarem” por Porto em um pesseio de um dia (é o mais comum que as operadoras de turismo oferecem em pacotes). Ou seja, você fica em Recife e dá um pulinho em Porto e só vê a muvuca e o que a cidade tem de pior. É o famoso turismo “bate-e-volta”.

A vila de Porto de Galinhas é um dos maiores pátios turí­sticos do litoral sul do Estado de Pernambuco e fica situada no municí­pio de Ipojuca. Em Porto, há muitas opções de passeios para o norte e para o sul e se você souber planejar e aproveitar bem o que a região, e não apenas Porto, tem de melhor, voltará amando Porto de Galinhas! Já se optar por ficar num a pousadinha na vila e não sair do centrinho, bem....

Todavia, seu escolher um hotel, resort ou pousada em Muro Alto, por exemplo, já estar¡a distante o suficiente da muvuca e próximo bastante do que Porto tem de melhor. Ai­ sim você faz um turismo bate-e-volta à cidade e fica bem instalado em Muro Alto, mais pertinho, ou em Cupe e Serrambi.

Porto tem boa variedade de restaurantes, bares e lanchonetes, por isso, estando em Muro Alto, por exemplo, gostariade comer na vila de Porto ou fazer alguma comprinha num supermercado ou nas lojinhas. Fora isso e o passei de jangada, absolutamente recomendável, nada mais! Porto de Galinhas tem fama de ser uma das mais belas praias do Nordeste brasileiro graças às belezas naturais : piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, estuários, mangues, coqueirais e tantas outras. Na parte central da vila, muitos consideram a melhor parte para banho.

Bastante exagero na propaganda “oficial” que denomina Porto de Galinhas como “um paraí­so de águas cristalinas e piscinas naturais, uma das mais belas praias do Brasil”.... mas, como disse bem o Ricardo Freire, a cidade se assemelha mesmo a uma periferia tí­pica do Brasil, ainda que esteja em processo de urbanização e melhorias.
você sabe por que o lugar chama-se “Porto de Galinhas”?
O nome "Porto de Galinhas" vem do tempo dos escravos. Porto de Galinhas era chamada Porto Rico, devido à extração de Pau Brasil. Os escravos contrabandeados vinham escondidos embaixo de engradados de galinhas d'angola nos navios. A chegada dos escravos na beira mar era anunciada pela senha "Tem galinha nova no Porto!". Por causa disso, Porto Rico ficou conhecida como Porto das "galinhas". Se é verdade eu não sei. Porto de Galinhas, o balneário mais badalado do Brasil, é seguramente um local que atrai pessoas de todas as faixas etárias, inclusive aquelas que já estão aproveitando a boa idade. Se você está nessa ‘turma’, as opções de diversão são as mais variadas e nada melhor do que reunir um grupo de amigos para aproveitar o Litoral Sul de Pernambuco. Na programação, a boa idade pode reservar espaço na sua agenda para: uma descontraída caminhada pela orla, no período da manhã; uma visita às famosas piscinas naturais que ficam no centro da vila e que formam um aquário gigante com uma grande variedade peixinhos coloridos; passeios de buggy pelas praias da localidade; uma tarde inteira circulando pela vila de pescadores para conhecer o artesanato e os costumes dos moradores da região. Para quem aprecia história, uma ótima alternativa é conhecer o baobá gigante que fica localizado em Nossa Senhora do Ó. Essa árvore foi plantada pelos escravos vindos da África e possui mais de 400 anos de existência.



O feriadão da Proclamação da Independência promete muito agito em Porto de Galinhas. Isso porque, na Vila de Todos os Santos, em Maracaípe, está confirmado o Positive Vibrations Festival – evento que promete unir Liquid Sky e Natiruts. O começo do agito tem início no dia 7 de setembro, às 22h e só termina no dia seguinte, às 18h. Quem também confirmou presença na balada foram as bandas Hajja e NZambi e DJs de Pernambuco, São Paulo e Rinkadink, da África do Sul. Para a galera, a coordenação avisa que a estrutura do evento contará com: Sound System FLY PA EAW; bar e praça de alimentação; segurança especializada; banheiros químicos; rest área; UTI móvel e enfermaria. Vale apenas um lembrete: o evento é exclusivo para maiores de 18 anos.

Os ingressos variam de 25 a 35 reais e estão sendo vendidos nos locais abaixo.

Recife:Chilli Beans - Shopping Recife - Loja - Fone: (81) 3465.0799Chilli Beans - Shopping Tacaruna - Loja - Fone: (81) 3221.8318Linda Brasil - Maison Amelia - Tel: (81) 3241.0594

Porto de Galinhas:Chilli Beans - Galeria Munganga – Fone: (81) 3552-1619
João Pessoa:Chilli Beans - Manaíra Shopping – Fone: (83) 2106.6215

Maceió:Chilli Beans - Shopping Iguatemi – Fone: (82) 3326.0201

Natal:Chilli Beans - Shopping Midway Mall - Fone: (84) 3611.2512









Muro Alto

A praia de Muro Alto é preservada e uma ótima opção de passeio. Seu nome teve origem graças à presença de um paredão de areia com coqueiros, que existe na região. É em Muro Alto que estão localizados os resorts de Porto de Galinhas. Aqui, o turista encontra diferenciais como:- acesso feito por buggy;- praia formada por arrecifes;- local tranqüilo;- piscina natural de 2,5 quilômetros de extensão;- águas mornas e calmas para banhistas. Tbm é muito linda, valendo a pena conferir.


PORTO ESTARÁ BOMBANDO... Faça chuva faça sol esta é a praia mais badalada de Pernambuco!!!!